obesidade

Entenda a relação entre a obesidade e a COVID-19

A chegada da COVID-19 pegou todos de surpresa e trouxe grandes desafios para a saúde das pessoas no Brasil e no Mundo. Um cenário que mudou a rotina e exigiu atenção redobrada, principalmente de quem está em condições de risco. 

Nesse contexto, é mais um motivo de atenção por quem tem obesidade, pois os problemas relacionados ao sobrepeso podem ser considerados fatores de risco. É um motivo de alerta para buscar formas de preservar a saúde. 

Estar bem informado é essencial para prevenir problemas de saúde, principalmente em um momento delicado como a pandemia. Confira neste post a relação entre a obesidade e a COVID-19!

A obesidade é um dos fatores de risco 

A obesidade é uma doença crônica, caracterizada pelo excesso de massa corporal causada por fatores metabólicos, genéticos, hormonais ou psicológicos. Por causar o aumento de peso, pode desencadear diversas outras doenças, como: 

  • hipertensão;
  • diabetes;
  • aumento do colesterol;
  • doenças cardiovasculares;
  • AVC.

Pessoas com sobrepeso tem maiores possibilidades de ter complicações relacionadas a COVID-19, se tornando mais vulneráveis a doença. Por isso, indivíduos que apresentam obesidade e Índice de Massa Corporal — IMC acima de 40, são considerados do grupo de risco para a COVID-19. 

Fragilidade perante a COVID-19

Pacientes que apresentam a obesidade tem um certo acúmulo de gordura em torno de partes vitais, como pulmão e outros órgãos abdominais. Devido a esse fator, as atividades respiratórias têm mais dificuldades para funcionar, além de ter resposta imunológica menos efetiva.

Como ao COVID-19 ataca principalmente o sistema respiratório, pessoas com sobrepeso apresentam maior fragilidade ante a doença. Portanto, estão mais propensos a ter manifestações mais severas se acontecer a infecção pelo coronavírus.

Os efeitos da pandemia na obesidade

A pandemia exigiu a necessidade do isolamento social, uma mudança repentina que contribuiu para elevar o sedentarismo, ansiedade e a compulsão alimentar. Ao passar mais tempo em casa, muitas pessoas interromperam as atividades. 

Além disso, as incertezas causadas pelo momento levou a uma ansiedade generalizada, provocando o descuido com os hábitos alimentares saudáveis. Dessa maneira, o sedentarismo alinhado a alimentação desequilibrada impulsionou o aumento de peso da população, agravando os casos de obesidade. 

Devido à gravidade da situação, permanecer em casa e continuar adotando hábitos saudáveis para tratamento da obesidade é um grande desafio. No entanto, extremamente necessário para sobressair a pandemia da melhor forma possível.

Cuidar da saúde é essencial 

O momento realmente requer atenção para a obesidade e a COVID-19, já que a relação entre as doenças é delicada e um grave risco à saúde. Para se prevenir, o ideal é permanecer em casa, adotar medidas severas de higiene e se manter ativo. 

É importante manter uma dieta equilibrada e sem excessos, praticar atividades físicas mesmo em casa e ficar atento as emoções. O acompanhamento médico nesse processo é indispensável para ter orientações seguras e saber como preservar a sua saúde. 

Portanto, é imprescindível estar atento a relação entre a obesidade e a COVID-19. Ambas as doenças oferecem riscos graves e toda medida para garantir a sua segurança, saúde e qualidade de vida deve ser considerada.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião do aparelho digestivo em Ilha Solteira e Barretos!

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